Parabéns por ter enviado o jogo, essa foi a parte mais difícil ;)
Então esse é o FEZ 2? Axiom é um jogo muito genial de quebra-cabeça que impressiona por detalhes técnicos e até pelo game design.
Acredito que a única observação a se fazer no engajamento é que os puzzles estão organizados de maneira um pouco caótica ao longo do tempo. Há muitas fases com dificuldades altíssimas que aparecem do nada e que em seguida vêm fases muito mais fáceis. Apesar disso, dediquei um bom tempo a descobrir a solução deles e me diverti quebrando a cabeça nessas 2 dimensões que o jogo oferta.
A respeito da interpretação do tema eu achei fantástica, pois é uma ideia única e a execução dela não decepciona em nenhum ponto.
Quanto a arte do jogo eu acredito ser fantástica.
Acho que é o primeiro jogo que além de avaliar a pixel art tenho que avaliar os modelos 3D, que são fantásticos! O único ponto ruim e irritante é a música, que é muito curta e honestamente me pareceu um alarme. Seria legal por mais efeitos sonoros também.
O GDD desse jogo é fenomenal. Eu honestamente não tenho pontos a criticar. Incluiu tudo que há no game, junto com a lista de objetos e a descrição de diversas áreas do jogo.
Axiom é um jogo magnífico, que errou bem pouco, mas que dá para corrigir e fazer o jogo sair já comercial.
NÃO ZERADO :( (Até passei da infame fase da ponte, mas não consegui passar de uma que era 2 caixas e um pistão)
LKD
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Parabéns por ter enviado o jogo, essa foi a parte mais difícil ;)
Esse é o capítulo 1 do jogo? Corvopia foi uma sacada genial que conseguiu roubar duas icônicas identidades no mundo dos jogos e criar sua própria!
Algumas observações que tenho para o jogo são que usar o espaço pro dash ficaria melhor, visto que usamos muito o espaço de dia (eu terminei a primeira e segunda arena sem nem lembrar do dash) e que talvez a terceira arena tenha ficado um pouco desbalanceada (ou eu sou só ruim e chorão). Eu verdadeiramente me diverti jogado e ri com algumas referências (ao menos as que entendi), ficando admirado com a sacada das escolhas alterarem os status do personagem.
A interpretação do tema foi bacana, com os dois mundos sendo bem interessantes por variarem em gameplay.
A pixel art do jogo me fez me sentir um homem das cavernas encarando o fogo por horas admirando tamanha beleza e detalhismo, sem contar no menu fantástico. Às músicas e os efeitos sonoros também foram agradáveis. Sinto que falta apenas alguns efeitos aqui e ali para melhorar a experiência do jogo.
Sobre o GDD do jogo ele ficou bem bacana, mas acredito que poderia ter incluído uma lista sobre os inimigos da masmorra e as opções que o jogador tem de dia e de noite para melhorar o personagem.
Corvopia surpreende por ter uma ideia interessante e uma execução maravilhosa. ZERADO!
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Essas músicas do jogo são muito agradáveis de ouvir! Spiritual World é mais um dentre milhares de jogo de plataforma 2d de puzzle, mas que possui um excelente level design.
O jogo possui uma mecânica principal muito simples, mas bem divertida e que dá para gerar muitas variações, mas que erra justamente por não ter tanta variação e ter muita repetição de desafios, o que acaba ficando chato e frustrante, mesmo que ele tenha uma duração agradável.
O tema foi interpretado de maneira bem criativa, trazendo uma mecânica simples, mas interessante e que acabou se diferenciando nessa jam em particular.
Apesar de em alguns momentos a música estar alta até demais e o cenário de fundo acabar confundindo, as artes estão bem agradáveis e os sons igualmente, comigo particularmente gostando bastante da música.
O GDD do jogo está simples, mas sinto que está completo, explicando quase todos os detalhes. O único ponto que não foi mencionado no GDD foi a mola. Faço uma ressalva de que é importante que o GDD contemple o máximo de mecânicas presentes no jogo, ou se possível, todas.
Concluindo, Spiritual World é um joguinho bem simples, mas que me fez jogar todas as fases e me divertir com elas, possuindo um bom level design, mas pouca variação nos desafios. ZERADO!
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Metroidvania numa jam?! Exatamente, Neen é curiosamente um jogo pertencente a esse gênero, com um foco a mais no combate do jogo.
Falando do elefante na sala: O jogo é muito frustrante de explorar. Os inimigos ficarem respawnando nas salas desmotiva muito a exploração, além de que eles vêm em grande quantidade e sempre têm bastante vida. Poder spammar o botão de ataque só faz o meu dedo cansar mais (ou poder ativar a opção turbo em controles alternativos), pois aparenta que os inimigos têm um certo tempo de invencibilidade, o que tira sentido disso. Apesar disso, o jogo tem uns bosses legais até e, inicialmente, uma exploração curiosa.
A presença na história e uma fraca presença na gameplay do tema são evidentes, então considero que o uso foi ok.
O jogo possui algumas faltas de atenção na parte artística, como o screenshake mostrar “fora da tela” e músicas que são curtas demais e se tornam enjoativas ao longo do tempo, mas também possui artes fantásticas, como a da protagonista e de alguns personagens e inimigos, além do cenário.
O GDD do jogo tem uma organização bacana, mas peca bastante por não ter uma lista explicando o comportamento dos inimigos ou dos chefões e descrever a gameplay de maneira rasa e superficial.
Neen é um jogo que me diverti, mas que precisa apenas de uma polida para melhorar em vários aspectos.
QUASE ZERADO (teve um bug que fiquei preso no último chefão e ele não aparecia mais após eu ter perdido 1 vez.)
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Essa já é a versão da Steam ou só a demo? BringTheRift é um jogo muito bacana, tendo inspirações claras em Tetris e Puyo Puyo, mas com seu próprio charme (e lore).
Acho que há uma certa falta de explicação ao jogador sobre as habilidades dos personagens. Eu havia ficado um tempo tentando decifrar as habilidades que os personagens tinham e eu sei sobre a opção “ajuda”, mas ela acaba não sendo a primeira opção que muitos (eu) clicam e tem muito texto (que desmotiva muita gente [eu de novo]). Apesar disso, o jogo foi muito divertido até eu começar apanhar para os bots.
A interpretação do tema foi interessante e criativa, mas acho que ficou abstrata demais, principalmente por depender demais da lore.
A apresentação do jogo é fantástica, com efeitos visuais que honestamente me surpreenderam, efeitos sonoros legais e músicas bem agradáveis (mas que se tornam repetitivas pela duração extensiva do jogo).
Um ponto bem negativo foi o GDD. Senti falta de explicações técnicas como o sistema de peças, a lógica na sua geração, as possíveis combinações etc. Apesar disso, elogio a organização e a boa escrita.
Resumindo: BringTheRift é um excelente jogo de quebra-cabeça que diverte bastante e que erra apenas em alguns detalhes que melhorariam a experiência do jogador.
NÃO ZERADO :( (futuramente, talvez.)
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Que ideia maluca! Brewing Worlds é um jogo de ação e gerenciamento de bares com elementos arcade.
Alguns pontos que tenho a observar no jogo é que faltou um playtest, pois o jogo muitas vezes coloca muitos clientes e eles têm um tempo muito curto de espera. O ideal seria o jogo começar e ir escalonando, pois aparenta que ele está totalmente aleatório. Também há o fato de que chacoalhar a bebida poderia ter um tempo menor. Depois de um tempo começa a cansar. Apesar disso, creio que o jogo possui uma proposta bacana e ainda assim consegui me divertir.
O jogo interpreta o tema de maneira fantástica, sendo uma ideia simples, mas feita de maneira bem original.
Uma observação negativa a respeito dos visuais é que é muito difícil ver e entender os livros de receitas. Há algumas bebidas que são tão parecidas que eu ficava mais tempo tentando decifrar do que fazendo-a, mas em outros aspectos o jogo possui visuais agradáveis e um som e música bons.
Por fim, o GDD do jogo está bem-organizado e escrito, mas eu acredito que poderia ter tido tópicos abordando as mecânicas do jogo separadamente, como os drinks, o tempo e a alternância de mundos.
Brewing Worlds é um jogo com uma ideia fenomenal e que honestamente me empolgou bastante, mas acho que o jogo falhou em haver uma curva de dificuldade um pouco mais receptiva para os jogadores. ZERADO!
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Que musiquinha relaxante! Between Colors me lembrou alguns jogos casuais e cozy bem divertidos para celular que jogo/jogava.
Achei o jogo verdadeiramente engajante, pois apesar de proporcionar os mesmos objetivos em todas as fases, eles estão distribuídos de maneiras únicas com, sempre, novas combinações de desafios.
Acerca do tema, eu honestamente fiquei confuso sobre a interpretação. Até entendi a intenção, porém aparenta mais que estamos transicionando para outros mundos como nas fases de Super Mario, por exemplo.
Falando sobre a apresentação do jogo, acredito que há momentos que alguns efeitos sonoros pecam um pouco por serem repetitivos ou ficarem meio altos, porém, o padrão sonoro do jogo é bem agradável. O visual do jogo é simples, mas bem bonito. Senti falta apenas de uma transição para suavizar as mudanças de fases.
O GDD do jogo é bem-organizado e explica bastante coisa. Acredito que nele só falte uma explicação acerca do comportamento dos inimigos ou obstáculos.
Finalizando, Between Colors é um jogo bem simples em conceito com uma execução agradável, errando apenas em alguns detalhes técnicos, mas que não diminuem a qualidade do produto final: Um jogo bem divertido para passar alguns minutos. ZERADO!
Parabéns por ter enviado o jogo, essa foi a parte mais difícil ;)
Que jogo engajante! Entre Dois Mundos - BTW é um joguinho bem simples de plataforma e troca de mundos, mas o seu charme está no level design, que possui mecânicas simples, mas sempre com variações.
Acredito um problema nessa mecânica de troca de mundos seja em mostrar apenas alguns blocos do outro mundo em linha tracejada, pois isso pode fazer, por exemplo, o jogador sem saber trocar de mundo estando em cima de um espinho, o que acaba sendo frustrante, pois aparenta que o jogo está o enganando.
O tema foi interpretado de maneira ok, mas acho que durante a gameplay ele foi implementado de maneira bem agradável!
O ponto mais sério do jogo é a arte, pois faltou um cuidado. As artes devem ser da mesma escala, para não gerar estranheza e possuir uma paleta de cores bem definidas, pois o jogo acabou me gerando confusão em certo momento por não entender o que estava na tela.
O GDD do jogo foi bem-feito e admiro a divisão e organização dele. A única coisa que gostaria de apontar é que lá não inclui o “poderzinho de pulo extra”, que é uma mecânica bastante presente nas fases.
Em suma, Entre Dois Mundos – BTW é um jogo que acabou errando na arte, mas verdadeiramente me cativou pelo level design simples e constantes respawns. Gostei bastante. ZERADO!
Parabéns por ter enviado o jogo, essa foi a parte mais difícil ;)
Que jogo imersivo! Word in Blue é um joguinho bem interessante de mistério e investigação.
Abordando o elefante na sala: por que não há menção sobre o mouse interagir com os quadros? Eu honestamente revirei os dois mundos de cabeça pra baixo, lendo tudo, tirando print e apertando E sem saber o que fazer. Creio que isso tenha sido um erro gravíssimo. Nem mesmo na descrição do jogo menciona. Apesar disso, eu admito ter gostado bastante de ter que investigar para avançar.
A interpretação do tema foi bacana e se diferencia dos últimos jogos que vi, o que um ponto positivo.
Sobre a apresentação do jogo: ela é ridicularmente fantástica. Creio que não tenha adjetivos o suficiente para mencionar o quão bem-acabado o jogo aparenta só por ter esses efeitos visuais e sonoros. Também tem a própria pixel art, que me aparentou bem bonita e a música, que me foi agradável.
O GDD do jogo é excelente. Ele não é desnecessariamente decorado e cumpre muito bem o seu papel, explicando os detalhes e as áreas do jogo, além de detalhar a gameplay. Pelo jogo ser focado na história, faz sentido o GDD ter um pouco da lore, mas deve se atentar para não colocar demasiadamente.
Word in Blue é um jogo bem promissor e divertido, com um acabamento fantástico, que infelizmente cometeu um único erro de não apresentar uma mecânica crucial para que o jogo prossiga. ZERADO!
Parabéns por ter enviado o jogo, essa foi a parte mais difícil ;)
Cara... Essa experiência foi um misto de diversão e terror. Fantástico! Esse jogo de nome desnecessariamente longo é um jogo bem simples de plataforma com puzzle, tendo uma excelente execução.
O level design do jogo é fantástico e mesmo que seja simples, é muito bem executado. Só houve alguns momentos em que fiquei um pouco confuso, mas isso é irrelevante, pois não levaram nem 2 minutos de tentativa para que eu deixasse a confusão.
Eu considero a interpretação do tema válida e bacana, além de ter sido bem-feita.
O jogo possui gráficos lindíssimos e uma apresentação fantástica, além de músicas sensacionais e que prendem na cabeça. O único problema que tenho a apontar é que houve muitos momentos que a maneira como foi desenhada os objetos dificultou para que eu entendesse se eram ou não interativos.
O GDD acabou sendo um ponto bem fraco. Foi bem organizado e até possui imagens e exemplos, mas além de descrever cada fase com um texto longo (algo que não é tão prático), possui muitos erros ortográficos e abreviações incorretas.
No fim, este jogo se apresenta com artes lindíssimas e uma gameplay bem agradável, pecando em poucos aspectos técnicos. ZERADO!
Parabéns por ter enviado o jogo, essa foi a parte mais difícil ;)
Cadê a página na steam? Planeta Deleite é um joguinho casual e bem relaxante que brinca com a ganância humana. Morri várias vezes com o “só mais unzinho”.
Uma observação a se fazer é que esse jogo é demora muito para zerar e a quantidade de conteúdo não é o suficiente. Não é que há pouco conteúdo, mas há muito tempo de jogo. Também tenho que dizer que a economia do jogo escalona muito rápido e de maneira absurda. Apesar disso, o jogo é mais que excelente. Uma gameplay base muito boa e que me viciou nos primeiros 40 minutos e que me faz querer ver a versão completa logo.
O tema foi interpretado de maneira bem criativa. Em minha visão, acho que o jogo poderia ter trabalhado mais no “entre”, porém acho uma interpretação válida.
A apresentação desse jogo é simplesmente divina. As artes são lindas, os sons agradáveis e tem os milhares de efeitos que melhoram em mil vezes a experiência. Tem o mesmo acabamento de um jogo comercial.
Abordando o GDD, fiquei admirado por ele ter sido organizado em tópicos, incluir listas e desenhos e explicar bem o jogo, mas creio que necessite de um acabamento melhor e correções ortográficas.
No final, Planeta Deleite é um fantástico jogo que demonstra muito potencial e habilidade dos criadores além do profissionalismo. Me diverti bastante com este jogo. ZERADO!
Parabéns por ter enviado o jogo, essa foi a parte mais difícil ;)
Que joguinho massa! Caixa às Bruxas é um “sokoban-like” com uma proposta bem simples e bem executada de uma mecânica sobre troca de mundos.
Um ponto negativo a se observar do jogo é que há fases muito abertas (o que me fez me sentir perdido inicialmente) e que a progressão de níveis não está tão bem balanceada (o jogo impôs um nível bem complicado após algumas fases iniciais bacanas e tinha uns quebra-cabeça simples demais para os levels finais). Entretanto, esse jogo é bastante interessante e conseguiu verdadeiramente me prender nos puzzles e me empolgar tentando resolver.
A interpretação do tema foi bacana, nada muito inovador, mas extremamente bem executada e pensada.
Sobre a apresentação, ela é um dos maiores pontos positivos do jogo. Sinto que a única coisa negativa que tenho que apontar é a inconsistências entre as fontes usadas (o que acaba tirando um pouco da imersão), mas as artes são bem bonitas e as músicas são viciantes.
Por fim, creio que Caixa às Bruxas é um jogo com uma ideia simples, mas executada e polida com bastante excelência. ZERADO..? (eu acho, deu uma bugada no último nível)
Parabéns por ter enviado o jogo, essa foi a parte mais difícil ;)
Um joguinho com uma proposta bem promissora. Echoes Between Worlds é um simples jogo de plataforma 2D com uma mecânica de trocar de mundos.
O jogo sofre, pois, a mecânica principal acaba sendo muito rasa. Não digo que o jogo precisa de outras mecânicas ou de uma complexidade absurda, mas que a mecânica dele acaba se resumindo em apenas pressionar um botão e fazer as pedras sumirem do mesmo exato jeito nas mesmas exatas situações. Entretanto, consigo ver muito potencial dessa simples mecânica, sendo uma excelente sacada para uma jam.
A interpretação do tema foi simples, mas muito bem-feita e inteligente, demonstrando bastante potencial.
No quesito apresentação, creio que o jogo poderia ter cuidado melhor sobre o som, desde ter diminuído até colocar sons mais agradáveis e até a música, pois é meio chato ela sempre começar do zero a cada fase (já que as fases são curtas).
O GDD do jogo foi bem organizado, mas poderia ter mais detalhes principalmente sobre a mecânica principal, que é rasamente comentada nele.
Echoes Between Worlds foi um jogo simples e bem fechadinho para jam, que poderia ter implementado um pouco de variação na gameplay. Confesso que me diverti jogando. ZERADO!
Parabéns por ter enviado o jogo, essa foi a parte mais difícil ;)
Algo bem filosófico para uma jam. Global LENS aparentou ser uma espécie de visual novel e jogo de plataforma com puzzles.
Um dos problemas mais sérios do jogo e que dificultou até para mim descrevê-lo é que falta gameplay. A coisa mais básica de um jogo é ter um objetivo, que devemos atingir; um meio, como poderemos chegar nesse objetivo e um obstáculo, o que vai tentar nos impedir de chegar nesse objetivo. Minha sensação para esse jogo foi que não teve nenhum desses elementos citados.
Para contrabalancear isso, acredito que a interpretação do tema foi fantástica e que poderia ter sido mais convertida para o fator gameplay do jogo do que para lore (que é bastante interessante).
Analisando a parte artística do jogo, como narrativa e o visual se saíram superbem. Achei as pixels arts bem bonitas e agradáveis, enquanto o roteiro é algo simples, mas bem-feito.
Por fim, o GDD do jogo infelizmente sofre com a ausência de gameplay. Às vezes, é um sinal muito negativo quando há mais narrativa nele do que descrição sobre a gameplay. Entretanto, elogio a divisão de tópicos e organização.
Global LENS é um jogo que propõe uma narrativa reflexiva e interessante, mas infelizmente peca pela ausência de gameplay. ZERADO!
Parabéns por ter enviado o jogo, essa foi a parte mais difícil ;)
Cara, que projeto magnífico! Limbo Walk é um jogo de mistério e plataforma em que seu objetivo é basicamente entender o que está acontecendo na história.
Creio que o desenvolvedor pecou muito na última fase de plataforma por possuir um nível de dificuldade muito irregular em comparação às anteriores, entretanto, o jogo é extremamente responsivo e possui respawns muito rápidos, o que é fantasticamente agradável, além de level designs verdadeiramente interessantes, que mostra um profundo conhecimento do dev.
O jogo poderia ter escolhido uma paleta um pouco menos saturada por causa da ambientação e poderia ter colocado alguns efeitos sonoros a mais e diminuído o volume dos que já tem, mas ele possui um acabamento surpreendente bacana pra um projeto de jam.
O único ponto que o GDD peca é em não explicar melhor sobre o Dash, que é uma mecânica crucial, mas ele foi bem feito e organizado.
Limbo Walk é um jogo simples e muito divertido. As cutscenes me impressionaram e a história me cativou bastante. Acho que o dev poderia apenas ajustar mais o nível de dificuldade para o jogo preparar o jogador antes de pôr em grandes desafios. ZERADO!
Muito obrigado por ter jogado. Me surpreende você ter gostado. Pretendo continuar com o desenvolvimento e fazer algo muito melhor. Sobre as artes, todas são assets e estão na descrição da página. Para criar o planeta Terra, eu usei o "Deep-Fold -> Gerador de planetas e de cenário". Recomendo muito se você quer criar algum tipo de planeta. Agradeço pelo comentário. ❤️
Fico feliz que tenha jogado e espero não ter desperdiçado muito do seu tempo. De fato o tiro é propositalmente lento no começo porque o jogo se baseia em powerups e concordo que a segunda fase está muito mal balanceada, sem contar que os powerups só aparecem depois dessa fase. Resumindo: Gamedev ruim. Obrigado por ter jogado. ❤️
Muito obrigado pelo comentário! Fico feliz que você tenha se divertido com o jogo. Eu realmente curti essa sugestão sobre o botão de inventário, pois só depois da jam que percebi que o esc era um botão desconfortável para a proposta do jogo. Sobre o tema, eu de fato vacilei na parte visual, mas a parte sonora eu simulei um SNES, com os instrumentos de Chrono Trigger e até às limitações na quantidade de sons.
Muito obrigado por dissecar meu jogo! Espero que você tenha se divertido, mesmo com esse crash. Eu também acredito que a principal mecânica, a de comer, ficou muito de lado e o jogo pecou bastante no balanceamento, principalmente porque originalmente o inventário não mantia os itens entre as fases, mas eu percebi que isso gerava uma certa frustração no playtest e implementei de última hora. Sobre os inimigos não terem animação de ataque, eu creio que tenha sido um excelente ponto que não comentaram anteriormente. O fato é que eu havia me acostumado, então não achei necessário, mas compreendo que isso teria sido benéfico. Tem muitos outros pontos e em geral eu concordo com eles.
Muito obrigado pelo comentário! Fico feliz que você tenha se divertido. A mecânica de comida do jogo foi quebrada porque de última hora eu coloquei um sistema de save e logo em seguida decidi fazer o inventário guardar os itens através das fases. Isso reduziu muito a dificuldade do jogo, sem contar que antes ele tinha muitos desafios com o sistema de parry. Resumindo: mudei o jogo de última hora e não balanceei bem, então fico feliz que não tenha ficado difícil demais ou chato de entediar.
Olha essa geometria! (Tem noção do quanto eu segurei essa frase nos outros 116 comentários só porque eu sabia que esse jogo começa com essa frase?!)
Retrotizando é um projeto que visa oferecer uma versão retrô do aclamado NieR: Automata, focando mais especificamente no minigame de Hacking do jogo (tive que ir atrás pra descobrir, espero não estar errado).
A maior crítica é a falta de conteúdo. É até compreensível, mas ainda sim é um ponto a se observar. Uma decisão de game design que eu acredito ser estranha é a nave do player poder atravessar uma parede e ir para o outro lado. Creio que além de não ser tão intuitivo, reduza significativamente a dificuldade proposta pelo jogo.
Mesmo assim, creio que este é um excelente e incrível jogo, que me foi muito divertido e engajante (deixou um gostinho de quero mais). As músicas estão muito boas e a parte dos efeitos sonoros está impecável. A parte visual do projeto está em um nível tão incrível que me fez começar a ver a quinta dimensão.
Em suma: É um projeto fantástico que só precisava utilizar mais a gameplay apresentada.
Não tô conseguindo pensar num título criativo... Só penso nessa gameplay divertidíssima.
Este jogo é uma fantástica recriação de Crash Bandicoot, sendo uma reimaginação de como o jogo poderia rodar em um Gameboy.
Creio que o único problema do jogo seja a falta de uma música, que acaba quebrando um pouco da imersão, fazendo o jogo aparentar um vazio. (O vazio de Crash Pixelcoot 0o0)
Entretanto, o jogo é muito divertido e engajante. Creio que a dificuldade está na dose correta e que ele possui bastante mecânicas muito divertidas. A parte visual do jogo está ótima e os efeitos sonoros estão bons.
Em suma: É um excelente demake.
Faltou só o Zote na bossfight.
Este projeto é uma reimaginação do famoso Hollow Knight, porém numa época mais antiga, adaptando o jogo para simular as limitações dos consoles antigos.
O grande problema do jogo é que ele é muito frustrante. Não me refiro a dificuldade, ela está ótima, porém, recomeçar do começo é apenas frustrante e muito desmotivador. Outro problema é que o jogo presume que todos já jogaram Hollow Knight, o que acaba deixando-o com um tutorial péssimo.
Apesar disso, consegui entreter-me. O Combate do jogo está bem divertido, mas creio que as hitbox estão um pouco punitivas. O visual também está ótimo e a parte sonora está bem agradável.
Em suma: É uma simples e divertida fangame de Hollow Knight.
Mas que final maldito...
RODADA é uma coleção de minijogos bem divertidos que tem inspiração na série round 6 e talvez um pouco em Wario Ware.
O principal problema do jogo é que ele é extenso. A dificuldade dele seria muito bem-feita se não houvesse as fases “Bs”, pois elas acabam estendendo de forma, aparentemente, artificial o jogo. Não que eu ache que essas fases deveriam ser excluídas, pois são divertidas, mas retiradas da campanha principal para que ela não fosse tão maçante e repetitiva. Essas fases poderiam meio que ter uma pegada de Celeste, tipo o “lado B”, que traria recompensas a mais e opcionais, com elas podendo ser até um pouco mais difíceis.
Porém, o jogo é superdivertido e genial, com diversos minigames bem engajantes de jogar. Tenho também que elogiar a quantidade de skins e de conquistas que o jogo tem, pois isso incentiva o player a continua jogando. Outro ponto é que as músicas estão bem agradáveis e o visual está lindíssimo.
Em suma: Um ótimo jogo que só precisa de uma pequena alteração de level design.




