Cara, que bizarro!!! Eu uso dois monitores, e realmente, quando eu passei a tela pro outro apareceu o personagem lá no escuro! Foi muito insano!!!!!!!!!!!!!
Eu gostei demais da ideia do jogo, a alternância entre a bizarrice dos mundos deixa tudo muito incômodo, de um jeito que me intrigou a quere jogar pra descobrir o que tava acontecendo pra dar um sentido. A parte dos trocadilhos também ficaram ótimas, porque o jeito que você conta a história é muito compassado, sem atropelos ou "texto demais". E a história em si é bem interessante, mas eu não sei se entendi ela direito, com a mistura daquelas frequências com os abusos que a SUA EMPRESA Eye Watch fez nos funcionários e o que realmente aconteceu com aquele corpo morto (ali era eu me vendo depois de terem me silenciado?)
Sobre a gameplay na parte do outro mundo, com as silhuetas, eu achei um pouco demorada, não porque o personagem é lento, mas pela construção do ambiente e as pistas espalhadas. Por exemplo, a foto na segunda sala torna as coisas meio confusas, porque só é mostrado ao jogador uma possível relação de uma criança (eu imagino) com o pai no final do jogo. Durante o jogo inteiro imaginei um cara correndo e achando respostas sobre si mesmo, mas que também tinham relação com o filho. (Enquanto eu digito isso eu percebi que as respostas das charadas tinham haver com a história. Ele era um cientista, que foi confinado, talvez, numa caixa de areia, a chuva derreteu a areia e ele fugiu, olhou pela janela o filho morto, que era família dele, e tinha alguma coisa no cérebro... nu sei, mas foi foda).
De modo geral eu gostei bastante do conceito do jogo, só os comando que atrapalharam um pouco pela falta de resposta visual. Muitas vezes eu tentei fechar uma página usando "esc" ou "enter" mas tinha que clicar com o mouse e ficou confuso. Ainda assim, foi uma expriência muito boa!! Gostei demais!!