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Valeu demais pelo comentário, Danger_XP! Ficou bem detalhado e me ajudou muito.

Fico feliz que o drift tenha funcionado, porque foi a parte em que mais mexi. Tem razão sobre o freio: desacelerar virando a nave e acelerando ao contrário é bem mais gostoso. Ele continua lá para quem ainda está pegando o jeito, mas a física deixa você jogar sem ele.

virando a nave e acelerando ao contrário é bem mais gostoso. Ele continua lá para quem ainda está pegando o jeito, mas a física deixa você jogar sem ele.

Sobre o mapa: a demo usa um pedaço reduzido do primeiro universo. No jogo completo o mapa tem o dobro do tamanho em cada direção, e dá para saltar entre universos, cada um com uma mecânica nova. Mas entendi o problema da parede, e você está certo: um retângulo vermelho quebra a sensação de espaço infinito. Vou pensar num limite que faça sentido dentro do tema.

A órbita manual com gravidade variável é uma ideia muito boa e combina com o drift. Num dos universos do jogo completo já existem poços de gravidade que puxam a nave, então tem base para experimentar. A colisão das luas e o buraco negro puxando o jogador também anotei, faz todo sentido. Vou implementar essa sua sugestao e realizar alguns testes para ver como fica hehe :) 

Valeu de novo por jogar e escrever tudo isso! <3