Meu caro...
Você está 'conversando' com um avô de quase 60 anos! Além disso, com um desenvolvedor dos tempos do 'Basic', das plataformas Atari e IBM XT...
Agora que você sabe disso, garanto que a primeira impressão não é o que importa. Imagine só: por que um avô ficaria chateado com alguém que tem a idade dos seus bisnetos?
Por isso, asseguro uma coisa: em quase 20 anos de experiência em redes sociais e comunidades de desenvolvedores, eu nunca fiz — e nunca faria — um gesto de 'ban' ou denúncia por uma simples diferença de opinião. Acredito no diálogo, não na censura... Desculpe, isso seria infantilidade.
Na verdade, eu mesmo já fui vítima de práticas injustas no passado, como experiências negativas no Steam Greenlight, materiais que publiquei por mais de 20 anos sobre a 'Nova Medicina', análises políticas, blá, blá, blá... Mas, em todas as vezes, escolhi manter minha integridade e não recorrer a esse tipo de tática. Não é meu estilo 'enterrar' ninguém por um mal-entendido. Aliás, acredito que você já percebeu isso pelo fato de eu responder imediatamente, apresentando 'também o meu ponto de vista'.
Sim, eu tinha esquecido do meu status de 'vovô'! Entendo que traduções automáticas podem criar confusões, especialmente quando o contexto é técnico ou irônico. Dica de veterano: use as IAs para tradução, mas as 'personalizadas', vinculadas à sua conta naquela IA! A precisão das traduções sobe para mais de 98%... Veja só, esta tradução eu estou fazendo com o Gemini do Google e conferindo com o Copilot da Microsoft... O Grok e o Claude também funcionam, mas personalize-os!
Então, estamos bem. Tudo o que importa para mim é a construção do universo MOS e como a tecnologia (que domino há mais de 3 anos via IA, e há... uau, muitos anos... via meus esforços na 'internet') pode expandir os limites da narrativa. O Codex está aberto para todos, inclusive para você! Mas deixe-me pelo menos lançar a versão 'Alpha', espero que em maio de 2026...
Vou te 'contar' uma piada para testar a qualidade das traduções da IA... para você!
Um casal de avós, marido e mulher, em férias, passa pelo lugar onde, na juventude, eles se conheceram 'intimamente'... De forma intensa, em pé, encostados em uma cerca! Como tinham esquecido as sensações há muito tempo, aproveitando a noite e as lembranças da juventude, seus corpos recordam daquela alegria e eles resolvem fazer uma 'reconstituição ao vivo'... Vão até a cerca, segue uma sessão particularmente intensa de memórias juvenis e, no final, vem o diálogo: — Uau, meu querido, que fogoso você estava! Nem na juventude você foi tão 'animalesco'... O que aconteceu? — Minha querida, é que naquela época essa cerca não era eletrificada...
Sucesso no seu trabalho!"